O Ministério da Previdência Social divulgou a informação de que a arrecadação líquida da Previdência ficou 4,4% menor em fevereiro se comparado a janeiro. Em números absolutos, o total arrecadado foi de R$ 18,8 bilhões.

De acordo com as explicações do Ministério, a queda foi registrada devido ao adiamento do pagamento do Simples Nacional e do Empreendedor Individual.

O ministro da Previdência Social ainda falou que este foi “o pior resultado da série em função da distorção. Se não fosse ela, teríamos mantido o mesmo resultado do mês anterior”.

O valor investido no pagamento de benefícios chegou a R$ 23,9 bilhões, crescimento de 5,5% se comparado a janeiro e de 7,6% na relação anual. A alta no pagamento dos benefícios justifica-se pelo aumento do total de beneficiários e do reajuste fornecido aos segurados.

Com o resultado, a Previdência precisou ser financiada em R$ 5,1 bilhões, valor 70,5% maior do que janeiro deste ano. O levantamento considera pagamentos judiciais e a Compensação Previdenciária (Comprev).

Fonte: Ministério da Previdência Social

Por Matheus Camargo


Números divulgados pela Previdência Social mostraram que o déficit do órgão teve uma leve queda no mês de janeiro. Segundo a instituição, a arrecadação no primeiro mês do ano foi de R$ 19,5 bilhões, sendo que os gastos atingiram o patamar de R$ 22,6 bilhões, o que equivale a um saldo negativo de R$ 3 bilhões. Os gastos da previdência se referem ao pagamento dos benefícios para os contribuintes.

No mesmo período de 2011, esse déficit foi 8,4% menor que o desse ano, nos últimos doze meses foram registrados uma arrecadação de mais de R$ 250 bilhões, sendo que contando todos os pagamentos o valor supera os R$ 290 bilhões, uma diferença de cerca de R$ 36 bilhões Esse valor é afiançado pelo Tesouro Nacional.

A Previdência é um dos órgãos do Governo que mais apresenta problemas de déficit, um dos motivos para o aumento da diferença entre o valor arrecadado e o gasto é o envelhecimento da população brasileira. Cada vez mais a população de idosos cresce em comparação aos trabalhadores economicamente ativos. Além disso, diversas denúncias de corrupção foram abertas contra a Previdência, algumas continuam sendo investigadas.

Os resultados foram divulgados em entrevista coletiva pelo Ministro do Órgão, Garibaldi Alves Filho.

Por Joyce Silva


Dados levantados pela consultoria do Senado sobre o alto custo da Previdência Social comprovam mais uma vez que o país só terá a perder enquanto nossos parlamentares não tirarem do papel a tão sonhada reforma do setor.

Segundo Meiriane Nunes Amaro, a consultora da casa e responsável pelo estudo, nos últimos 21 anos os gastos com INSS simplesmente triplicaram, consumindo uma fatia de 7,2 % do nosso PIB, comprometendo metade da receita efetiva da União. Como se isso não bastasse, as perspectivas para os próximos 40 anos não são nada animadoras, pois o número de brasileiros idosos também triplicará, saindo dos atuais 6,8% para cerca de 22,7%.

Ainda que seja um tema polêmico e longe de ser unanimidade por parte opinião pública, algo precisa ser feito com urgência. Para se ter uma idéia, o Brasil, apesar de ser um país jovem, gasta com previdência valores equivalentes a países com população envelhecida, com a diferença de que esses países estão muito mais desenvolvidos que o Brasil. Além disso, a consultora acrescenta que nas próximas quatro décadas “haverá cada vez menos pessoas trabalhando e sustentando o crescente número de idosos no Brasil”.

O Brasil não devia esperar para ver isso acontecer.

Por Alberto Vicente


O trabalhador autônomo também pode ter imposto de renda, ISS e INSS descontados na fonte pagadora. É uma forma prática de se manter a contribuição previdenciária ativa, apesar da falta de registro em carteira profissional nesse caso.

No que concerne ao Imposto Nacional de Seguridade Social, a legislação estabelece a porcentagem de 11% como a ideal para recolhimento. Assim, para diferentes naturezas do serviço prestado, de comum acordo entre empregado e empresa, o desconto pode ser operado pelos próprios contadores da companhia.

De qualquer forma, a Previdência Social também tem planos de contribuição individual para as pessoas sem vínculo empregatício. Mais informações no site: www.previdencia.gov.br.

Karina Gonçalves





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