Confira os casos que possibilitam pedir revisão ao INSS para melhorar o valor da aposentadoria.

A revisão da aposentadoria é um serviço que o cidadão tem direito, direcionado para todos aqueles que se sentem prejudicados pela análise deferida de suas informações. Pode ser revisado o valor mensal do benefício, como os vínculos empregatícios que foram considerados para o recebimento da aposentadoria ou pela Certidão de Tempo de Contribuição, entre outros fatores.

São várias as situações em que é possível solicitar um pedido de revisão no valor do benefício recebido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo advogados, os beneficiados que se sentem, de alguma forma, injustiçados devido às falhas nos cálculos, podem recorrer às vias administrativas, junto à própria Previdência Social, ou até mesmo à Justiça para tentar corrigir os valores.

Com as constantes mudanças da legislação, foram criadas várias brechas que podem ser interpretadas de diversas maneiras diferentes. Por esse motivo, o beneficiado, muitas vezes, necessita de uma revisão dos seus benefícios. Além disso, podem ser levados à Previdência casos e informações que não sejam de conhecimento do INSS, para que o valor da aposentadoria seja reajustado.

Casos em que se pode pedir revisão do benefício

Veja a seguir alguns dos casos em que o aposentado pode solicitar revisão do benefício:

· Vitória em reclamatória trabalhista: Pessoas que possuíram vínculo empregatício reconhecido pela Justiça posteriormente à saída do emprego, mas que não foi incluído no cálculo do benefício tem direito de pedir a correção.

· Tempo no trabalho rural: Pessoas que trabalharam no campo, mas não incluíram esse período no cálculo do benefício pode pedir reajuste.

· Servidor público: pessoas que já trabalharam como servidores públicos podem requisitar o reajuste, mediante comprovação.

· Pagamento de contribuições atrasadas: Pessoas autônomas que não contribuíram para o INSS em alguns períodos podem solicitar o recolhimento atrasado.

· Aluno aprendiz: Pessoas que trabalharam como aluno aprendiz até 1998 podem pedir o reajuste por esse tempo.

· Tempo insalubre: Se conseguir comprovar, pessoas que trabalharam em atividades que punham a saúde em risco e não foram consideradas na aposentadoria, podem requisitar reajuste.

· Apoio para acompanhante: passando por avaliação médica, pessoas que dependem do auxílio de pessoas terceiras para realizar atividades cotidianas podem solicitar aumento.

· Recuperação dos descontos do IR: é possível solicitar isenção do imposto de renda, se comprovados os casos de doenças graves.

· Revisão de artigo: Entre 1999 e 2009 foram alterados os cálculos referentes ao benefício, entrando com ação judicial é possível corrigir as falhas.

· Inclusão do auxílio-acidente: esse é mais complicado de exigir, pois há uma lei que determina a impossibilidade de receber o auxílio-acidente e a aposentadoria ao mesmo tempo, porém é legalizado segundo a Previdência. É necessário o acompanhamento de um advogado.

· Reaposentação: precisa recorrer à Justiça, caso o aposentado decida preencher legalmente e novamente a concessão de aposentadoria, após ser aposentado.

Continue acompanhando o texto para saber como proceder para a solicitação do pedido de revisão do valor da aposentadoria.

Como procede o pedido de revisão

Para pedir a revisão é necessário o agendamento do atendimento, através da internet ou ligando no número 135. Caso seja impossível comparecer, é de seu direito indicar um procurador que responda em seu lugar. É necessário apresentar documento de identificação com foto e CPF, junto do pedido de revisão redigido e assinado e dos documentos comprobatórios.

Após a análise, o INSS entrará em contato comunicando o resultado ao advogado, caso indeferido, o aposentado poderá abrir recurso ou processo judicial.

Depois de ler esse texto, se você acha que se encaixa em alguns dos parâmetros para solicitar a revisão da sua aposentadoria, não hesite em seguir com todos os processos para o pedido de revisão.

Para mais informações sobre os pedidos de revisão para melhorar o valor da aposentadoria, acesse o site do INSS – www.inss.gov.br/servicos-do-inss/revisao.

Por Aurenivia Alves Pereira


Segundo o Instituto Nacional do Seguro Social, o trabalhador que ficou afastado recebendo auxílio-doença pode solicitar revisão de benefício para aumentar o valor. Esse direito também vale para os aposentados que não contabilizaram o período em que recebeu o auxílio-doença à idade mínima ou ao tempo de contribuição.

De acordo com o advogado previdenciário Patrick Scavarelli, esse é um direito assegurado em lei, por isso os aposentados podem ingressar com ação. Vale lembrar que o limite de tempo máximo para solicitar a revisão de valores é de dez anos.

A conta é simples, por exemplo, um trabalhador que ficou afastado por cinco anos recebendo o auxílio e teve a aposentadoria com 35 anos de contribuição, na verdade ele teve 40 anos de contribuição e por isso tem direito a uma aposentadoria maior do que quem se aposentou com os 35 anos sem ter ficado afastado. O mesmo serve para o caso de trabalhadores que contribuíram 30 anos e tiveram mais cinco de afastamento, nessa situação já é possível dar entrada ao benefício.

De acordo com o Instituto de Estudos Previdenciários, para ter esse direito é preciso voltar a trabalhar depois do afastamento ou contribuir por pelo menos um mês como contribuinte individual. Para ter esse direito, não é necessário contribuir com a Previdência Social enquanto se recebe o auxílio-doença.

Por Jéssica Posenato


O Ministério da Previdência Social anunciou no dia 6 de janeiro o reajuste para os aposentados que ganham valor superior a R$ 622. O aumento, que será de 6,08%, é referente ao INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do ano de 2011 que também foi divulgado no mesmo dia pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O reajuste do salário irá beneficiar 311 mil pessoas entre aposentados e pensionistas, gerando um impacto financeiro na conta do Ministério de R$ 7,6 bilhões. Segundo o ministério, o ganho real sobre o reajuste se estenderá até o ano de 2015.

As alíquotas de contribuição ao INSS, pagas por trabalhadores empregados, avulsos e domésticos, também serão reajustados. Ainda de acordo com o Ministério da Previdência Social, quem ganha até R$ 1.174,86 deverá pagar 8% de contribuição ao INSS. Quem ganha de R$ 1.174,86 até R$ 1.958,10, deverá pagar 9% do salário de contribuição. Os que recebem salários de R$ 1.958,11 até R$ 3.916,20 pagarão 11% de imposto. Esses novos valores são referentes aos salários de janeiro e já devem ser recolhidos em fevereiro do ano corrente.

Já estava na hora do governo olhar para os aposentados depois de tantos anos sem nenhum ganho real sobre o salário mínimo. Esse reajuste foi justo, ainda mais agora que o dragão da inflação está abocanhando os salários, principalmente dos menos favorecidos.

Por Manoel da Costa Jr


Final feliz para a os pensionistas e aposentados brasileiros após intervenções da COBAP, entidades de defesa dos aposentados que tiveram confirmação do  êxito de sua luta nesta última quarta-feira após votação unânime no senado aprovando o PLV/10, que determina um reajuste de 7,72% a mais no bolso dos pensionistas e aposentados do país.

Mais de 8,4milhões de aposentados receberão retroativo do início do ano até o mês de junho. Este reajuste marca o fim do Fator Previdenciário, regra que reduz aposentadoria de quem deixa de trabalhar mais cedo. Mas nem tudo é festa. Segundo ministro José Cechin, o fim do fator Previdenciário pode criar um rombo de mais de R$ 4 bilhões/ano com estimativa de um prejuízo de mais de 40 bilhões anuais daqui a 24 anos.

Somente este ano, o ministério prevê um desequilíbrio de R$ 50 bilhões, fora o reajuste já aprovado.Vale ressaltar que estamos falando de aposentadorias e pensões acima de um salário mínimo, e que a sanção do presidente Lula para tal ato ainda está pendente.

Por Lilian Jeane

Fontes: Fator Previdenciário.comG1


O aumento de 6,14% de reajuste aos aposentados que ganham mais de um salário mínimo, é o índice que encontra respaldo do presidente Lula. Caso a votação, pelo Congresso Nacional, para o novo aumento atinja um patamar superior, ele poderá vetar.

A afirmação foi feita pelo Ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que ainda complementou que os aposentados já foram beneficiados com a Medida Provisória 475, que reajustou os benefícios sem 6,14% , a mais que a inflação em 2,6%. 

Segundo ele, os gastos a mais com os aposentados vai representar R$ 3 bilhões aos cofres da previdência e, advertiu que "será preciso aprovar uma índice que não quebre o sistema previdenciário."

Por Maria L. Garcia Santos





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