Como Aumentar o Valor da Aposentadoria do INSS?





Tem-se buscado um modo de conseguir uma maior renda na aposentadoria. No entanto, para que isso possa dar certo, é preciso que o segurado domine os conhecimentos a respeito das regras de concessão, bem como a revisão dos benefícios.

Não é do conhecimento de todos, mas é possível aumentar o valor recebido pela aposentadoria do INSS. É permitido tanto aos trabalhadores que ainda estão na ativa quanto para aqueles que já começaram a ter acesso ao benefício.

Tendo em vista que no Brasil grande parte dos brasileiros se aposenta com um salário mínimo ou pouco mais que isso, sendo na maioria das vezes é insuficiente para se manter, principalmente se o trabalhador possui algum problema de saúde e tem gastos excedentes com medicações, conseguir complementar a renda é sempre bom e em certos casos, essencial.




Ficou interessado em saber mais sobre como aumentar a renda da aposentadoria? Está nessa situação ou conhece alguém que poderia se beneficiar com isso? Pois bem, então continue lendo para saber mais sobre o assunto e ter acesso às informações necessárias para realizá-lo, já que, possuir o conhecimento das regras é essencial para garantir a revisão feita pelo INSS.

Nos últimos tempos, tem-se buscado um modo de conseguir uma maior renda na aposentadoria. No entanto, para que isso possa dar certo, é preciso que o segurado domine os conhecimentos a respeito das regras de concessão, bem como a revisão dos benefícios, já que, esse aumento só pode ocorrer dentro dos limites da média de salário de cada trabalhador.


Desse modo, de acordo com o consultor em direito previdenciário Átila Abella, que também é o cofundador do site Previdenciarista, é fundamental que os trabalhadores ativos estejam engajados em conhecer os tipos de aposentadoria e, dessa forma, escolher qual é aquela que melhor se encaixa com as suas condições. Isso porque, em muitos casos, pode ocorrer de o trabalhador já possuir o direito de se aposentar, no entanto, se aguardar mais um pouco é possível conseguir um benefício melhor e integral.
Entretanto, conhecer e compreender tais regras de concessão que cada benefício traz, como tempo de contribuição especial e aposentadorias por idade, não é suficiente, uma vez que, além disso, é preciso entender os componentes dos cálculos utilizados para calcular as aposentadorias. São eles: fórmula 86/96, fator previdenciário e média salarial.

Caso o trabalhador já esteja aposentado, é necessário pedir que revisem o cálculo inicial do benefício, o que em grande parte das vezes é a única forma de ampliar a renda que é paga pelo INSS.

É mais comum ocorrem revisões que se referem de acontecimentos que ocorreram durante a análise do requerimento de aposentadoria. Exemplo desses fatos são a averiguação errônea de valores que foram recolhidos, descartar indevidamente um período em que o trabalhador contribuiu. No entanto, a revisão só é realizada em casos em que for comprovada a falha.

Um modo bastante eficaz é fazer a verificação se as contribuições que foram usadas no cálculo do INSS estão de acordo com as anotações realizadas nos recibos de pagamentos ou conferindo na própria carteira profissional.

Como já foi mencionado anteriormente, muitos aposentados encontram dificuldades de manter seus custos de vida apenas com o valor recebido pelo INSS. Nesse contexto, a volta para o mercado de trabalho acabou sendo uma das opções adotadas pelos aposentados com o intuito de complementar a renda e conseguir quitar todas as suas despesas no final do mês.

Sendo assim, é importante salientar que tentar realizar a inclusão de contribuições previdenciárias que foram feitas após já ter se aposentado, pode causar uma perca tanto de dinheiro quanto de tempo, já que, de acordo com Abella, desaposentar passou a ser algo inviável após a decisão que foi tomada pelo Supremo Tribunal Federal.
Não é surpresa que a aposentadoria não causa turbulências financeiras para os trabalhadores que ao longo da vida profissional e de contribuinte conseguiram guardar pelo menos uma parte de dinheiro, fazendo economias. No entanto, sabe-se que a maioria dos brasileiros sempre ganharam remunerações precárias, que muitas vezes foram suficientes apenas para as despesas mensais, sem sobrar mais nenhum dinheiro para ser guardado.

Por Ana Paula Oliveira Coimbra

Dinheiro



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